68 Um ano alucinante” (questão central: “que marcas deixou 68 na história?”)

    Por que motivo assinalamos 1968 como sendo um “ano alucinante”? Será uma primeira questão a qual procuraremos resposta: o que tornou este ano tão emblemático, para que, 40 anos depois ainda seja recordado? Afinal o que fez dele tão alucinante e inesquecível? Que marcas nos deixou? São estas algumas questões que colocamos e para às quais buscaremos respostas. Talvez este ano tenha sido tão emblemático pois nele culminaram vários movimentos, acontecimentos, que decorreram na década de 60; talvez todo o cenário de bipolarismo e Guerra Fria que se vivia tenha sido o gerador do clima que se viveu em 68; talvez 68 não seja um ano singular, talvez não tenha tido o seu início no dia 1 de Janeiro de 1968.O radicalismo, a explosão, o vanguardismo deste ano nasceu com a filosofia dos hippies no seu primeiro festival em Monterey em 67? Será que 68 marcou o emergir de uma terceira força num mundo bipolarizado capaz de boicotar uma lógica de “dois mundos”? Ou será resultado desta mesma competição entre o modelo capitalista e o modelo comunista - soviético?

    Foram estas as questões, estes pontos de vista díspares que nos levaram a explorar este ano que nos é tão próximo. Afinal, acontecimentos que decorreram neste ano explicam outros que se sucedem na actualidade?

    Assim continuamos: para que melhor possamos proceder à análise da amplitude deste ano realizamos o levantamento de acontecimentos, como seja a guerra do Vietname, a luta pelos direitos cívicos, Maio de 68, a primavera de Praga, todas as marcas memoráveis da década de 60 que possam ter influência directa neste ano alucinante, e procederemos, ao aprofundar aqueles que se revelam mais mediáticos. Procuramos na análise de cada um destes acontecimentos encontrar as respostas às nossas perguntas, para que nos seja permitida a realização de uma tese ou conclusão final.

    Insistimos: analisaremos todo o mediatismo deste ano e por isso estaremos em contacto com as imagens, a partir de acontecimentos, de cronologias, de movimentos, de ícones (como Martin Luther King ou Ernesto «Che» Guevara), de músicas (como Jim Morison ou “The Beatles”)

        Estão aqui as intenções de um trabalho e as questões que deixamos em aberto.


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